Sexta-feira, 16 de Outubro de 2009

Idade do Tempo

Na idade do tempo

eu vejo a minha velhice,

intacto, finito, de sonhos mortais

na cobica de um destino incognito.

Sou o que sou...

Um corpo sem a musicalidade de um

violino sem cordas, amante de mulheres

perdidas na solidao...Coleccionador de lagrimas

vazias.

Outrora um sorriso num retrato

de intensa felicidade...Hoje o rosto

enrugado, o corpo seco, aspero de um tempo

passado, de um presente solitario

esperando pelo o anjo da morte num beijo

suave mas longo.

 


publicado por Ejamour de Carvalhais às 15:02
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.Autor:Ejamour de Carvalhais

Não sou poeta, nunca fui, nunca desejei sê-lo. Sou apenas amante das palavras... Nesta folha negra deposito o que a minha alma me diz ao ouvido. Voz singela, de veludo, encanto que sinto a devorar-me o corpo. Rendo-me a simplicidade sentida da minha Alma, Fé, Essência que me guia na luz do amor. (Obrigado pelas visitas e comentários...)

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