Quinta-feira, 22 de Setembro de 2005

As cartas.

Cartas de amor rasgadas no chão levam o sentir de um coração que um dia perdera-se por amor.


Amor por alguém que não soube valorizar.


Os últimos retratos ainda permanecem. Os últimos momentos ainda persistem no báu da vida que são as memórias. Os dias são cinzentos quando se ama sem ser amado. As noites deixam de ser aconchegantes. A lua perde o sorriso, todos os sentidos resumem-se a nada.


Cartas de uma vida incompletas. Frases inacabadas jogadas ao tempo. Num canto do quarto pertences de uma alma. No rádio uma música oferece um momento nostálgico.


Fui de mim e das cartas que nunca terminei.


publicado por Ejamour de Carvalhais às 11:03
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2 comentários:
De Anónimo a 26 de Setembro de 2005 às 16:51
Quantas cartas,palavras deixamos por escrever ou dizer... beijocasmoolightgirl
(http://meninadoluar.blogs.sapo.pt/)
(mailto:starlightgirl_m@hotmail.com)


De Anónimo a 26 de Setembro de 2005 às 00:00
Que texto mais lindo! Pena que não o deixaste mais tempo para que pudesse ser visitado por mais pessoas. Muito profundo, apesar de nostálgico. Um texto triste, que nos mostra todas as impossibilidades quando a conscientização de um amor perdido se faz em nosso coração. Triste... mas tão lindo! Tão perfeito! Talvez por nos dizer da dor de um amor não correspondido.Mily
(http://calunguinha.blogs.sapo.pt)
(mailto:calunguinha13@hotmail.com)


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.Autor:Ejamour de Carvalhais

Não sou poeta, nunca fui, nunca desejei sê-lo. Sou apenas amante das palavras... Nesta folha negra deposito o que a minha alma me diz ao ouvido. Voz singela, de veludo, encanto que sinto a devorar-me o corpo. Rendo-me a simplicidade sentida da minha Alma, Fé, Essência que me guia na luz do amor. (Obrigado pelas visitas e comentários...)

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