Quinta-feira, 3 de Dezembro de 2009

Em mim

Quantos mares

quantas horas, minutos

desta vida eu entreguei-me.

Quantos desertos eu vi dentro de

mim, retratos que eu pintei,

lugares que eu procurei.

Sinto-me nas aguas turvas,

no leito da esperanca.

Em mim

ha versos desencantados

a merce do ser esquecido,

ha uma ponte por atravessar,

escolhas por fazer, toma a

minha vida,

ela nao me pertence.


publicado por Ejamour de Carvalhais às 12:14
link do post | comentar | favorito
|

.Autor:Ejamour de Carvalhais

Não sou poeta, nunca fui, nunca desejei sê-lo. Sou apenas amante das palavras... Nesta folha negra deposito o que a minha alma me diz ao ouvido. Voz singela, de veludo, encanto que sinto a devorar-me o corpo. Rendo-me a simplicidade sentida da minha Alma, Fé, Essência que me guia na luz do amor. (Obrigado pelas visitas e comentários...)

.pesquisar

 

.Abril 2017

Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1

2
3
4
5
6
7
8

9
10
11
12
13
14
15

16
17
18
19
20
21
22

23
24
25
26
27
28
29

30


.Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

.A voz da alma

. Abraço não sentido

. Diferente

. O teu nome

. Eu a ti, pertenço

. Até amanhã

. ... E no natal.

. Eterno

. Um poema só teu.

. Sedução

. Um tempo