Quarta-feira, 9 de Junho de 2010

E nesta hora...

A poesia esta cansada

ja nao tem o fervor de outros

tempos. 'E como a velhice,

resta a memoria.

 

Dos baus escondidos no fundo do mar

de um navio que se perdeu

no nevoeiro chegam as palavras

do vento, nas ondas verdes.

 

Sao algas marinhas com bracos de sereias,

conchas com rostos de deusas, livros mortos

a beira mar, como corpos saciados pelo sal, pelos

peixes. Ficou sim a hora marcada, num relogio

morto pelos seus ponteiros.

 

Ficou a poesia...

 


publicado por Ejamour de Carvalhais às 15:15
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.Autor:Ejamour de Carvalhais

Não sou poeta, nunca fui, nunca desejei sê-lo. Sou apenas amante das palavras... Nesta folha negra deposito o que a minha alma me diz ao ouvido. Voz singela, de veludo, encanto que sinto a devorar-me o corpo. Rendo-me a simplicidade sentida da minha Alma, Fé, Essência que me guia na luz do amor. (Obrigado pelas visitas e comentários...)

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