Quinta-feira, 17 de Junho de 2010

Semente

Mar de vozes acorrentadas no passado,

ditaduras de sentimentos, constrangimentos

sentidos na margem seca da vida.

 

Das cicatrizes e das feridas em sangue, o leito

da liberdade tem contagem decrescente.

 

O passado fora baptizado de Amargo, sem mel,

sem fel, sem a doçura da vitoria exarcebada.

 

Voaram os flamingos para os riachos de peixes

de varias cores, voaram as gaivotas para outro

mar, ficaram as cotovias entoando cançoes de amor

perdido.

 

E assim nasce um ciclo na terra que colhe os seus

filhos, a saudade feita semente brotando flores com rostos

de anjos.


publicado por Ejamour de Carvalhais às 13:17
link do post | comentar | favorito
|

.Autor:Ejamour de Carvalhais

Não sou poeta, nunca fui, nunca desejei sê-lo. Sou apenas amante das palavras... Nesta folha negra deposito o que a minha alma me diz ao ouvido. Voz singela, de veludo, encanto que sinto a devorar-me o corpo. Rendo-me a simplicidade sentida da minha Alma, Fé, Essência que me guia na luz do amor. (Obrigado pelas visitas e comentários...)

.pesquisar

 

.Abril 2017

Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1

2
3
4
5
6
7
8

9
10
11
12
13
14
15

16
17
18
19
20
21
22

23
24
25
26
27
28
29

30


.Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

.A voz da alma

. Abraço não sentido

. Diferente

. O teu nome

. Eu a ti, pertenço

. Até amanhã

. ... E no natal.

. Eterno

. Um poema só teu.

. Sedução

. Um tempo