Segunda-feira, 21 de Junho de 2010

Sobrevivencia

(Foto retirada da net)

 

Muros invisiveis cercam a vida, nao ha saida. Uma casa de sentimentos

vazios, de retratos sem rostos perdidos no esquecimento.

Olhos vendados, promessa quebrada, restam os mandamentos.

 

Quando?

Onde?

 

Perguntas vivas sobrevivem na crença da poesia

que se transforma em espadas voadoras.

 

Deste lugar frio, nao ha voz que que embale os olhos

do destino, ha sim a incerteza que vasculha a estrada longa

de onde caminha um homem de maos dadas com a dor da

procura.

Perdiçao? Viver para sobreviver na certeza

que dias melhores virao... Nas asas da esperança.

O simples encontro do suave beijo da rendiçao.


publicado por Ejamour de Carvalhais às 14:49
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.Autor:Ejamour de Carvalhais

Não sou poeta, nunca fui, nunca desejei sê-lo. Sou apenas amante das palavras... Nesta folha negra deposito o que a minha alma me diz ao ouvido. Voz singela, de veludo, encanto que sinto a devorar-me o corpo. Rendo-me a simplicidade sentida da minha Alma, Fé, Essência que me guia na luz do amor. (Obrigado pelas visitas e comentários...)

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