Sexta-feira, 13 de Agosto de 2010

Confissão...

 

Eu quero um poema

 

sem cor

 

sem dor

 

sem mácula, revestido de inocência

 

Eu quero um poema entranhado no corpo

 

como o sangue que me ferve nas veias

 

Quero o mar e o rio ao mesmo tempo

 

lavando-me a alma

 

na calmaria vivencial.

 

Quero que as minhas canetas sejam espadas

 

os meus livros o meu escudo.

 

As minhas derrotas sejam as minhas vitórias

 

e no impossível encontrar o possivel

 

das soluções exactas como num poema

 

de olhos transparentes.


publicado por Ejamour de Carvalhais às 15:20
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.Autor:Ejamour de Carvalhais

Não sou poeta, nunca fui, nunca desejei sê-lo. Sou apenas amante das palavras... Nesta folha negra deposito o que a minha alma me diz ao ouvido. Voz singela, de veludo, encanto que sinto a devorar-me o corpo. Rendo-me a simplicidade sentida da minha Alma, Fé, Essência que me guia na luz do amor. (Obrigado pelas visitas e comentários...)

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