Sexta-feira, 19 de Novembro de 2010

Um minuto de mim

Deste sol quente que me torna a pele negra não de solidão,

mas de bem sentir interior, vislumbro o amparo da mão divina sobre a sombra que permaneço.

Do grito interno revolta mansa como mar sem ondas, colho nas mãos negras queimadas pelo sol matinal, o sossego espiritual, neste caminhar de horas silenciosas. Darei sangue...

Formarei corpos, de outros corpos Herança genética, representantes da minha essência, benção celestial. Não mais temerei

Não mais vacilarei

Nestas asas que me cobrem entrego-me sem receio.

Tomai-me...

Cantai-me, junto com os salmos sagrados, numa nova página de linhas confortantes.

Darei um minuto de mim.


publicado por Ejamour de Carvalhais às 07:37
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.Autor:Ejamour de Carvalhais

Não sou poeta, nunca fui, nunca desejei sê-lo. Sou apenas amante das palavras... Nesta folha negra deposito o que a minha alma me diz ao ouvido. Voz singela, de veludo, encanto que sinto a devorar-me o corpo. Rendo-me a simplicidade sentida da minha Alma, Fé, Essência que me guia na luz do amor. (Obrigado pelas visitas e comentários...)

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