Sexta-feira, 5 de Março de 2021

For life.

5 vidas nos meus braços

Amor único 

Sensatez sentida, 

Vozes, sorrisos e abraços.

Uma sala, uma mesa única 

Olhos reluzentes, olhares suaves como as asas de uma borboleta 

Sublime 

Encantadores

São vidas de estórias diferentes num amanhã promissor 

Filhos são o nosso amanhã de esperança.

 


publicado por Ejamour de Carvalhais às 08:29
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Sábado, 13 de Fevereiro de 2021

Um corpo

Um corpo

Crucificado 

Lágrimas de uma biblia aberta

Despojado 

Torturado 

A tua luz não conseguimos tirar de ti 

Santo Espírito Santo

Uma túnica sagrada cobre o caminho da salvação 

 

 


publicado por Ejamour de Carvalhais às 19:50
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Domingo, 25 de Outubro de 2020

De ti

Gosto de ti assim. 

Com a lua invejada e ciumenta

Com o vento entrelançando a poeira vespertina

nos olhos cegos e mortos de lágrimas sem nome

Tua essência

minha essência

Aonde os anjos adormecem marcamos um encontro.

De ti

Espero tudo

a salvação

o perdão

 


publicado por Ejamour de Carvalhais às 17:18
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Quinta-feira, 7 de Maio de 2020

Até a madrugada chegar.

Os beijos cessam

Atravessam

Almas

Numa calmaria interessante 

Incessante. 

Despida, são obras de poemas

Abraçadas a quadros sem pintores

A poemas sem poetas 

Até a madrugada chegar com olhos de aurora.


publicado por Ejamour de Carvalhais às 13:17
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Domingo, 8 de Dezembro de 2019

Vésperas de Natal

Os natais são diferentes em alguns lugares do planeta

Coloridos e reluzentes em alguns tristes e enfadonhos em outros. 

Enfeitam-se ruas, limpam-se estradas, pintam-se árvores

e correm-se para lojas... Consumos exagerados

exacerbados. Na religião espera-se o Salvador, Jesus Cristo

e seu nascimento, oferenda dos três reis magos, segundo a profecia, 

numa manjedoura com o feitio do meu coração.

Lá fora perto de mim, mesas vazias, olhares cabisbaixos, 

corações abertos. 

 


publicado por Ejamour de Carvalhais às 05:18
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Sábado, 8 de Junho de 2019

Até já

Há palavras que trazem os abraços perdidos na memória do tempo.

Qual cobertor aconchegante...

Qual lua encantadora.

Desconcertante poema

Emblema de uma nação .

Partiu um coração.


publicado por Ejamour de Carvalhais às 11:59
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Terça-feira, 12 de Junho de 2018

Vejo-te

Vejo-te de olhos fechados

Tenho o peito aberto

Dorido

Sofredor... Sorrisos de lágrimas.

Vejo-te com os olhos de girasol, colorindo como o arco-íris. Tilintam gotas de água, salpicos de amor, de sereias que se despem num rio de água salgada.

Vejo-te agora num raio de sol 

Um abraço.


publicado por Ejamour de Carvalhais às 12:24
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Domingo, 2 de Abril de 2017

Abraço não sentido

Foram-se as palavras

ficaram os abraços, tempestades de sentimentos

aglomerados num baú envelhecido.

Hall de entrada, de retratos que amam uma casa, 

puxadores nas portas de várias mãos, de vários olhos

vedados, dois braços abertos, um abraço que se esconde,

lágrimas amanhecem

caem como folhas secas

tilitam como gotas de água de uma torneira mal fechada.

Adeus sem palavras

silêncio sentido, no logradouro esverdeado, 

vidas como um baloiço, carrocel imparável.

Talvez amanhã... Em plena madrugada, ouvir-se-á a voz

do abraço.


publicado por Ejamour de Carvalhais às 22:04
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Quinta-feira, 27 de Outubro de 2016

Diferente

Minúsculas lágrimas, caem no rosto enrrugado,

travesseiro esquecido.

Espasmos musculares, suores frios numa noite quente

Toma o meu corpo... Não me pertence.

Dá janela entreaberta, luar triste e tímido ilumina o quarto triste.

Paredes escuras abrem-se de recordações, de alegrias soltas.

 

Adeus... Amanhã voltarei... A mesma hora, no mesmo dia,

desta vez não será no passado mas sim no futuro e tudo será

diferente.


publicado por Ejamour de Carvalhais às 18:25
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Quinta-feira, 2 de Junho de 2016

O teu nome

O cacimbo das palavras

Abraço teu

Meu

Vem, deita-te no meu colo. 

Aconchega-te

Sente-me

Sente-te

Reciproco sentimento

Emoções

No meu silêncio

Protejo-te

Protejo-vos

Um momento

Com o teu nome.


publicado por Ejamour de Carvalhais às 21:09
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Sexta-feira, 2 de Outubro de 2015

Eu a ti, pertenço

"Vais deixar
que me pisem,
que me humilhem,
que me tirem a dignidade,
Vais deixar?
Faça-me como uma planta em pleno deserto
Faça-me como uma vela acesa desafiando
o vento.
Vais deixar
que me desvalorizem (pessoal e profissionalmente)
que me tirem o que é meu, só meu e que me deste...
Vais deixar que eu morra por dentro
lágrimas secas repletas de dor.
Vais deixar
que eu sinta o preconceito e as escolhas
Essa vida não é minha... A ti pertence.
Por isso
Faça-se em mim a Vossa vontade.

Diz-me aonde vais e eu Seguir-te-ei."


publicado por Ejamour de Carvalhais às 18:47
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Sábado, 18 de Abril de 2015

Até amanhã

É noite de vento... Sem temporal e trovoadas.

De gatos nos telhados, 

de árvores que se despem como amantes

que traem o amor que dizem que amam.

 

Conflitos internos, de pensamentos que voam, 

separação presente de vidas que insistem viver

dentro de vidas abertas para o mundo

 

Amanhã, a mesma hora, do dia diferente

os sentimentos lutam a margem da aceitação.

 

Quando parece claro

luzes se apagam no intercalar

da noite quando a lua se despede

para o dia seguinte.


publicado por Ejamour de Carvalhais às 17:21
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Terça-feira, 2 de Dezembro de 2014

... E no natal.

... Passeio por ruas cobertas de almas que amam, 

que choram a poesia das almas desencantadas.

Julgo, e julgam-me como folhas de livros brancas

escritas por poetas mortos entregues ao esquecimento.

E no natal nas luzes que enfeitam as ruas das cidades 

mundiais, vejo olhares sem nomes, rostos sem frases, 

aqui e do outro lado da rua, o mesmo semblante,

as mesmas lágrimas perdidas ao sabor dos foguetes,

fogos de artificio, iluminam o Céu encantador. 

O filho de Deus novamente nasce e renasce nos corações

abertos. O renascimento alimenta a Fé.

Passeio dentro de mim como um vagabundo triste, filho das

ruas desertas, de árvores despidas. Não tenho inspiração

para falar de amor, minha boca triste e fechada como 

uma ponte partida, sem ligação, sem transição. 

Fluem-me as palavras nesta hora que penso o natal

como a luz que alimenta o ego, a esperança, a renovação, 

a salvação.

 

 


publicado por Ejamour de Carvalhais às 08:00
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Quarta-feira, 16 de Julho de 2014

Eterno

Um minuto sem ti é um fim eterno.

Toma a minha mão, entrega o teu amor.

Vem e deita-te na minha alma.

 

 


publicado por Ejamour de Carvalhais às 18:18
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Quarta-feira, 9 de Abril de 2014

Um poema só teu.

A poesia do teu corpo, enfeita os olhos dos anjos

escrevendo palavras de amor que enfeitam as estrelas

beijando o Céu apaixonamente.

 

Linhas e curvas, amando-se mutuamente, 

continuamente. Interligando-se eternamente.

 

Das tuas lágrimas provo a dor da tua alma, 

o sabor do teu amor. 

 

Em ti espero o que procuro. A doce liberdade...

De peito aberto, grito o amor, o amor na tua alma

rebelde, única de ti.

 

Toma o meu amor, nas tuas mãos, dá-me a tua

fragilidade, dorme debaixo das minhas asas, 

protecção sentida. 

 

E quando procurares por mim, e não me 

encontrares procura-me dentro de ti. 

Estarei como um anjo que te protege.

 

Trago-te os momentos felizes, a luz que 

te ilumina os teus passos desalinhados, a Fé

adormecida. 

 

Acorda... É hora de sentir o amor a percorrer

a tua vida, como vento forte que bate a tua janela,

revirando-te, consumindo-te. 

 

Acorda, acorda, os minutos, as horas, passam, 

toma o amor, guarda-o...

Dentro de ti, aonde conseguires alcançar.

 

 

 

 


publicado por Ejamour de Carvalhais às 08:14
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