Terça-feira, 7 de Junho de 2005

Sussurro.

As palavras que deixei a beira - mar, poemas e versos de amor incompletos ao sabor da saudade. Somente fiz de mim refém de um tempo que foi meu. Fui do tempo em que o amor era o alimento completo da alma. Resignei-me ao vazio das palavras que morrem no esquecimento de uma voz que não é mais do que um sussurro urgente de salvação.


Preciso de um tempo, sem medida, longo e infinito.


Preciso de mim a qualquer hora, minuto, segundo...


Profundo sentir de mim.


Preciso das palavras, refúgio vivo, presente a cada tempo que passa e me abraça.


Preciso que me amem, com toda a essência do amor, puro, vivo, transparente, único.


Não preciso da dor para me sentir vivo. Porque vivo e sobrevivo na rendição dos meus sentimentos.


publicado por Ejamour de Carvalhais às 12:22
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De Anónimo a 8 de Junho de 2005 às 11:48
Um escrita deveras sensível...sublime!! Beijo grandesylpha
(http://almanua.blogs.sapo.pt)
(mailto:sylpha@sapo.pt)


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