Quarta-feira, 26 de Janeiro de 2005

Serenatas de amor.

 


Solta-se uma música com os teus movimentos. Formas mágicas, perco-me no sabor dos teus beijos na musicalidade do teu corpo.


O fogo arde dentro de mim, como uma lareira acesa. O fogo não se apaga alimenta-se consumindo cinzas. Ainda que feche os olhos, oiço a serenata do teu corpo, deusa dos meus sonhos.


Entrego-te os sentidos, nas noites de sonhos e desejos... Entrego-te eu, despido do receio da mágoa que me abraça e odeia-me mas amando-me ao mesmo tempo.


Há a dança do mar...


Há a dança do vento...


Há a dança  da chuva...


Há a dança do luar, mas o meu amor dança no teu olhar...


Serenatas de amor, oiço-as quando fecho os olhos e abro meu coração para o amor. Desprovido de tudo e nada, uma serenata de amor e ódio canto nas linhas que componho um poema. Um simples poema que tem o nome de serenatas de amor.


publicado por Ejamour de Carvalhais às 14:21
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