Segunda-feira, 5 de Outubro de 2009

Ate no amor...

Nao te quero...

Porque nao me quero

magoado.

A cor da minha pele

criou no nosso mundo montanhas

de monstros invisiveis, aonde o amor

morre antes de nascer.

Quando o sonho torna-se impossivel

o melhor 'e deixa-lo na imortalidade do pensamento.

Um mar de emocoes,

de verdades e mentiras,

relacoes inacabas.

Quero amar-te...

Tocar-te... Na tua pele branca

aonde a minha negritude se perde.

Mistura de cores,

dia e noite ao mesmo tempo,

sol e luar na mesma hora,

corpos celestiais

noturnos invandindo madrugadas.

Neste campo de linho mais puro,

eu quero ser o verde das planicies,

misturando-me na poesia do dia,

maresia,

controversia,

ondas de amor e odio,

sentimentos ambiguos, vagos e solitarios,

desdem sentido,

ate no amor.

 

 

sinto-me: Real
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publicado por Ejamour de Carvalhais às 16:32
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2 comentários:
De Namibiano a 6 de Outubro de 2009 às 14:30
Gostei muito deste seu ultimo poema... o amor nunca deve morrer por causa da cor da pele! A cor da pele nao passa de haver mais ou menos melanina...
Parabéns poeta!
Namibiano


De Anónimo a 6 de Outubro de 2009 às 22:24
EXTRAORDINARIO MEU AMIGO!
CONTINUA.


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