Terça-feira, 11 de Setembro de 2012

Estantes...

... Do sol nascente, dos riachos e mangais

abandonados a deriva do tempo.

Doce lua, doce vida, de beijos

ausentes, de poesia constante no teu olhar

e no meu, perdido de mim.

 

Deste tempo, lugar único, reservados aos

poetas, de vidas cruzadas, de livros mortos,

numa estante de uma biblioteca abandonada

pelo o Tempo.


publicado por Ejamour de Carvalhais às 17:13
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