Sábado, 18 de Abril de 2015

Até amanhã

É noite de vento... Sem temporal e trovoadas.

De gatos nos telhados, 

de árvores que se despem como amantes

que traem o amor que dizem que amam.

 

Conflitos internos, de pensamentos que voam, 

separação presente de vidas que insistem viver

dentro de vidas abertas para o mundo

 

Amanhã, a mesma hora, do dia diferente

os sentimentos lutam a margem da aceitação.

 

Quando parece claro

luzes se apagam no intercalar

da noite quando a lua se despede

para o dia seguinte.


publicado por Ejamour de Carvalhais às 17:21
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