Quinta-feira, 27 de Outubro de 2016

Diferente

Minúsculas lágrimas, caem no rosto enrrugado,

travesseiro esquecido.

Espasmos musculares, suores frios numa noite quente

Toma o meu corpo... Não me pertence.

Dá janela entreaberta, luar triste e tímido ilumina o quarto triste.

Paredes escuras abrem-se de recordações, de alegrias soltas.

 

Adeus... Amanhã voltarei... A mesma hora, no mesmo dia,

desta vez não será no passado mas sim no futuro e tudo será

diferente.


publicado por Ejamour de Carvalhais às 18:25
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.Autor:Ejamour de Carvalhais

Não sou poeta, nunca fui, nunca desejei sê-lo. Sou apenas amante das palavras... Nesta folha negra deposito o que a minha alma me diz ao ouvido. Voz singela, de veludo, encanto que sinto a devorar-me o corpo. Rendo-me a simplicidade sentida da minha Alma, Fé, Essência que me guia na luz do amor. (Obrigado pelas visitas e comentários...)

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